Vai fazer o que na véspera do feriado de Corpus Chisti? Ficar em casa por falta do que fazer não é mais uma opção.
Se você tá a fim de música boa, gente bonita e cerveja gelada, dá um pulo no Clube de Esquina!
Especial com Rodrigo Mendes, Samuel Smith e Vini Batera.
Agende-se:
Evento: Tributo Nando Reis
Data: 22/06 (Quarta-feira, véspera de feriado)
Portaria: R$7,00
Horário: 22:00h
Local: Clube de Esquina
Dia 25/06 o Canelas Bar recebe Lord Crossroad, Filhos do Ódio e Pé Rachado e os Porra Loka.
Agende-se:
Evento: ROCK 'N' ROLL por toda a minha vida
Data: 25/06 (Próximo Sábado)
Portaria: Homem R$ 7,00 e Mulher Free
Horário: 22:00h
Local: Canelas Bar
Realização: Zortin Produções
A marcha da liberdade realizada na tarde deste sábado (18) em Cuiabá reuniu cerca de 200 pessoas. Muitos afirmaram que o pouco número de manifestantes foi ofuscada pela bandeira da legalização da maconha, já outros discordaram, afirmando que o problema foi a pouca divulgação e desconhecimento da verdadeira causa do evento.
Para o sociólogo e professor Manuel Motta, presente na marcha, a manifestação reuniu um conjunto de pessoas que estão compromissadas com um processo pela liberdade civil de expressão. “A questão da legalização é mais uma bandeira, um eixo central que fez pauta na lista pelas liberdades civis”, pontuou. Indagado se a bandeira da legalização da maconha poderia ter impossibilitado de agregar mais manifestantes, o sociólogo posicionou-se dizendo que a fronteira da transgressão e da criminalidade é assumida com mais clareza pela juventude. Contudo, disse que a questão da polêmica erva começou na década de 30. “Isso é um processo cultural, antes da década de 30 a maconha era comum em rituais dos indígenas e dos afro-descendentes, porém veio a indústria norte-americana do tabaco que fez com que houvesse uma criminalização muito grande. Na década de 60, houve uma profunda proibição da prática cultural”, refletiu.
A marcha, realizada em outras 39 cidades pelo Brasil, contou com a participação de muitos jovens, em sua maioria formada por estudantes e alguns intelectuais, levantando várias questões sociais, como é o caso da Homofobia, discriminação e descaso com os cadeirantes e deficientes físicos/mentais, racismo, etc. Porém, pela intensa busca pela legalização da maconha, em processo por todo o país, o movimento contou com a participação de poucos participantes dos mil que confirmaram pela rede social Facebook.
Levantando a bandeira do meio ambiente, Herman de Oliveira lamentou os poucos manifestantes presentes. “A mesma desmobilização que faz com que as pessoas não discutam os problemas de sua cidade é o mesmo que não traz essas pessoas para a praça. Vivemos em uma cidade altamente preconceituosa”, afirmou. Segundo Herman, a questão da legalização é um pequeno problema frente a tantos outros que a sociedade enfrenta. “Os gestores querem resumir os problemas sociais vinculando ao uso de drogas, mas a marcha reflete o caos social que está maqueado. Caos na educação, nos transportes, nos serviços da saúde, no processo de urbanização”, argumentou.
Entre tantos cartazes, haviam grupos em defesa da diversidade sexual, grupo de ciclistas que buscam um trânsito menos individual e mais coletivo para a Capital de Mato Grosso, cadeirantes, negros, andarilhos e moradores de rua, índios.
O 1º Batalhão da Polícia Militar estava presente com cerca de cinco viaturas para garantir o balizamento da marcha. Para o coronel Walter, as primeiras horas da marcha já indicavam que seria tranquilo por conta da pequena quantidade de manifestantes. “Trabalhamos pelo interesse público e vamos garantir que tudo saia tranquilamente e se precisar a última medida será a interferência”, afirmou.Para o coronel Walter, houve uma tentativa de mobilização utilizando outros segmentos sociais para levantar a apologia à droga e isso fez com que reduzisse o número de manifestantes.
Antes da marcha sair da praça Alencastro em direção à 8 de abril, manifestantes afinaram o entendimento com os policiais que leram as faixas e indicaram o que poderia ser divulgado.
A polícia não interviu no manifesto, à não ser pelo fato de ter acompanhado-a durante todo o processo. A única exigência feita pelo Coronel é que não houvesse 'desenhos' ou apologia direta às drogas. Foi tudo muito organizado.
Marchinhas do tipo "Livra, livra, livra a sociedade desse Riva" e "Walter Rabelo, cadê você, eu vim aqui só pra te ver" foi o jeito animado encontrado para criticar o governo e o descaso com a sociedade cuiabana. Conforme havia sido marcado antes, a concentração ocorreu na Praça Alencastro às 15h e exatamente às 17h subiram a Getúlio Vargas com cartazes e bandeiras de protesto finalizando o manifesto na Praça 8 de Abril.
Quem participou da Marcha, se divertiu e gostou de tal feito. A cena cuiabana está se erguendo.
Cuiabá, a exemplo das grandes metrópoles, se organizou e realizará a Marcha da Liberdade, evento que visa estimular a liberdade em todos os aspectos e esferas, fazendo valer a democracia, regime pela qual nosso País é regido.
Queremos ter o direito de nos expressar, de falar o que queremos e como queremos. O bordão popular diz: “estamos pagando”. Caro, aliás.
Qual é o seu motivo para marchar? O Brasil é um dos países onde mais se paga imposto no mundo, em média, você trabalha 149 dias por ano, somente para pagar impostos. Responda-me com franqueza, você vê o retorno do seu imposto? O posto de saúde no seu bairro, como é? Você se sente seguro no seu bairro, na sua cidade?
*Assista todo o vídeo, não tire conclusão precipitada!
O sistema que o Brasil adota é o de concentração de rendas, é possível visualizar claramente esse cenário, analisando o salário mínimo, o salário do professor, do policial, do médico.
Nossos professores não têm estímulos, a não ser o sonho de fazer um Brasil melhor, a não ser a garra, a dedicação. Nossos policiais se corrompem por R$ 50,00. Analisando o contexto, não podemos julgá-los, o sistema os força a se corromper. Nossos médicos fazem greves, nossos doentes morrem. Estamos indefesos. Somos indefesos.
Somos um país analfabeto, inseguro, doente. O Brasil que você vê na tevê é o Brasil de Pallocci, é o Brasil dos senadores e deputados da Capital Federal, porque somente com salários exorbitantes como o deles podem pagar.
Muita coisa mudou, é fato, mas, há tanto por fazer. Vamos fazer juntos?